Games para todos (até para não-gamers)

fevereiro 19, 2009

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Imagino que ninguém tenha dúvida quanto a isso: hoje vivemos uma “suruba dos games”. Tem jogo de todo tipo em todas as plataformas, pra todos os gostos, todas as idades, ambos os sexos e pra todas as culturas.

Jogos online? Já há servidores locais em grande parte dos países, inclusive nos da America Latina. Quer jogar tiro em primeira pessoa como Quake e não tem PC? Não tem problema, desde o lançamento de Halo no Xbox eles são lançados aos montes também nos consoles, com opções pra todas as plataformas atuais. Quer jogar estratégia em tempo real, como Command & Conquer e não tem pc? Pasme, até esse gênero já chegou nos consoles. Quer jogar um jogo de luta ou um jRPG e só tem PC? Acredite, você tem opções atuais no pc.

Sua mãe e sua tia têm vontade de jogar mas tem medo do controle? Coloque ela pra jogar Wii sports que elas se apaixonam e se divertem rapidinho, quebrando a barreira de que games são só pra garotada juvenil alimentada a leita com pera. Sua namorada quer aprender a jogar mas não gosta desses jogos de matança? Coloca pra pra jogar guitar hero (compra a guitarra de preferência né, mané) que ela vai se entender muito bem o jogo, mesmo que seja no easy. A sua irmã mais nova gosta de games, fica jogando aqueles joguinhos de browser na internet e quer partir pro video game? Talvez seja hora dela se divertir com o DS, que tem uma gama enorme de jogos voltados pro público feminino mais jovem.

Sei que estou sendo um pouco generalista, mas não tem como negar que garotas que jogavam video games ou iam a uma lan house jogar counter-strike eram exceção e que o mercado como um todo visava especificamente jovens do sexo masculino na hora de desenvolver seus jogos e que esses mesmos jogos em sua grande maioria não eram nem um pouco intuitivos pros mais novatos, que muitas vezes têm vergonha de passar pela etapa de aprendizado.

A origem do conceito do artigo

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O conceito desse post nasceu em situações reais ocorridas em minha vida em menos de um ano pra cá que me surpreenderam. Continue lendo »

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Left 4 Dead: matar zumbis em equipe nunca foi tão divertido

novembro 27, 2008

Uma cidade sitiada por um vírus altamente contagioso, uma horda de zumbis violentos e alguns sobreviventes no meio de um verdadeiro caos de sangue e morte: A premissa já foi utilizada em vários jogos e filmes, como a série Resident Evil ou filmes como Extermínio, mas a Valve, responsável por jogos como Half-Life e Half-Life 2 conseguiu pegar essa base e trazê-la ao mundo online de uma maneira um tanto quanto diferente.

Left 4 Dead é baseado na mesma história de zumbis de sempre, como citado anteriormente, mas o que realmente chama a atenção é sua execução diferente. O conceito atual de jogo multiplayer tem abrangido vários métodos de interação social, tanto competitivamente quanto cooperativamente, muito embora, até então, esse último fosse apenas considerado “bônus” quando em jogo. Assim, é comum vermos jogos de FPS Multiplayer e seus “Rambos” tentando enfrentar o time todo sozinhos. Jogos como Battlefield e os próprios Team Fortress e o Team Fortress 2 da Valve tentam incentivar o trabalho em equipe por meio da separação por classes, mas tal metodologia ainda assim é ignorada por muitos dos jogadores, que preferem “resolver as coisas por si mesmos”.

Em Left 4 Dead, tais atitudes são brutalmente cerceadas. É possível, sim, se separar do grupo e tentar ser “o herói”, mas as chances de você sobreviver com isso são bem remotas, ainda mais nas maiores dificuldades. O jogo conta com uma tecnologia denominada Director AI, que de acordo com a performance dos jogadores, seu posicionamento e diversas outras variáveis redimensiona a quantidade de inimigos e dos assim chamados “Bosses”. Além disso, os Infected são velozes e vorazes: pulam barreiras, muros e fazem de tudo para atacar os sobreviventes. A explicação dada para isso é de que o vírus que os afeta é uma espécie de vírus da raiva, que os torna suscetíveis a atacar tudo que não tenha sido infectado sem pausa ou trégua.
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Fable 2: a continuação da fábula

novembro 6, 2008

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Fable: The Lost Chapters – Onde tudo começou

Em meados de 2004 foi lançado para o Xbox um título exclusivo que viria a se tornar o jogo que vendeu mais rapidamente para o video game até então: Fable: The Lost Chapters, que posteriormente foi lançado para PC, com conteúdo adicional e jogabilidade refinada pelo uso de hot keys (teclas de atalho). A premissa é interessante: A ESCOLHA É SUA.

O jogo coloca o jogador no papel de um garoto no mundo de Albion, cuja cidade natal, Oakvale, logo no início é queimada, os pais são mortos e a irmã, Theresa, perde sua visão e, ainda viva, é raptada. Salvo pelo líder de uma guilda que treina campeões, muitos deles reconhecidos como heróis, o garoto tem a chance de aprender a se defender com “os melhores no ramo” e descobrir quem são e caçar os causadores da destruição de seu lar e sua família. O grande destaque do jogo fica por conta da forma como você faz isso: literalmente não existe uma regra a ser seguida.

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Você não precisa ser bondoso. Você pode bater em qualquer pessoa a qualquer momento. Você pode roubar as pessoas, ameaçar vendedores, usar roupas que o tornem mais intimidador e ver a feição do seu personagem mudar ao passo que ele se torna mais e mais malvado em suas decisões. As pessoas correrão de você e você não será bem-vindo em cidades. Não que isso seja um problema se você for forte o suficiente. Continue lendo »


PS3 superado pelo Xbox 360 no japão. O que mais a Sony tem a perder?

outubro 23, 2008

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Eu fico imaginando o cara que era Corinthiano, tinha dinheiro aplicado na bolsa e era Sonista. O indivíduo viu seu time ir pra segunda divisão, seu dinheiro desaparecer e seu videogame favorito ser chamado de Blu-Ray player que TAMBÉM roda jogos! Como diria o Galvão: HAJA CORAÇÃO.

Veja bem: Já apontamos que a divisão do PS3 da Sony tem trabalhado no vermelho, financeiramente falando. Não que isso seja um problema que afete negativamente nossa jogatina, já que o PS3 ofereceu e continuará oferecendo alguns exclusivos de bastante qualidade nos próximos meses. Mas, convenhamos, as coisas começaram a incomodar pros “istas” (e pra quem pensava em adquirir o console) quando a Sony desde 2006 começou a perder exclusividade sobre títulos como Assassin’s Creed, Devil May Cry IV, GTA IV, Mirror’s Edge e, mais recentemente, Final Fantasy XIII e Tekken 6! Veja bem, todos títulos de peso e nós sabemos o quanto exclusivos fazem a diferença em um mercado com 3 opções de bons videogames. O principal problema é que as publicadores de jogos simplesmente não têm interesse em ter um retorno pequeno (se comparado aos investimentos milionários) com a base atual de consoles PS3 no mercado em comparação ao que podem ganhar tendo os mesmos lançamentos para Xbox 360 e PC. Ou seja, tornando o jogo multiplataforma. Continue lendo »


Mirror’s Edge: Le parkour em clima de Admirável mundo novo

outubro 9, 2008

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A Dice, desenvolvedora da famosa série Battlefield, apresentou melhor ao mundo na recente edição da E3, nos Estados Unidos, o que claramente pretende ser uma revolução no modo de encarar os jogos em primeira pessoa: Mirror’s Edge, que chega para PC, PS3 e Xbox 360, com produção da EA, agora em Novembro, na plataforma Unreal Engine 3, que garante qualidade visual.

Apesar da premissa oferecida pelo jogo, que é ação em primeira pessoa não focada em armas de fogo, não ser totalmente inovadora ( já que outros títulos de peso como Elder Scrools IV: Oblivion e Breakdown oferecerem uma jogabilidade em primeira pessoa não completamente apoiada em armas de fogo, que incapacitam a definição FPS [First Person Shooting]) a Dice recentemente revelou informações que levam a crer que o jogo pode sim se tornar um clássico instantâneo em um momento que jogos originais estão fazendo falta. Entenda a seguir. Continue lendo »


Star Wars: The Force Unleashed – Darth Vader, Wookies e Tecnologia

junho 11, 2008

Hey there, gamers!

Um jogo mais do que esperado para este ano, sem dúvida é Star Wars: The Force Unleashed, que revela a estória de um aprendiz secreto de Darth Vader.

O jogo já tem data para sair: 16 de setembro, e está causando muita expectativa entre os fãs da saga. Pelos trailers, dá pra perceber que o jogador terá muitas surpresas com a ‘força sem limites’ que poderá ser usada pelo personagen central, Starkiller, o tal aprendiz.

Porém, essa semana, a LucasArts informou mais sobre a fase-prelúdio, uma parte exclusiva centrada no próprio Darth Vader e que o jogador poderá explorar todo o potencial da força nas mãos do maior símbolo de Star Wars. Uma das imagens mostra Darth Vader lutando (por que não dizer ‘matando’) Wookies em Kashyyyk, planeta natal dos Wookies.

O jogo será ambientado entre os episódios III (A Vingança dos Sith) e IV (Uma Nova Esperança), fazendo ligações entre eles. Inclusive, o aprendiz secreto terá papel importante para fazer essas ligações.

Será lançado para Xbox 360, PlayStation 3, Nintendo Wii, Nintendo DS, PS2 e PSP.

Para quem ainda não viu o trailer, taí:

You have done well, my Apprentice.

E para saberem as tecnologias que foram usadas no game (que não foram poucas, hein), vejam esse video:

Fonte: Omelete