A transição do 2D para o 3D: séries que deram certo

setembro 4, 2008

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Na semana passada você leu sobre algumas famosas transições do 2D para o 3D que não deram certo. Essa semana falamos justamente do oposto, das famosas transições que deram mais que certo. Não deixe de conferir na próxima semana a conclusão disso tudo, onde apresentarei uma análise de tendências e algumas das maiores razões para essas falhas e acertos envolvendo importantes transições do 2D para o 3D. Vamos aos jogos!

Mario

Mario, que ficou mundialmente conhecido ainda em sua estrégia no antigo NES, possui uma série de jogos que marcam pela diversão e originalidade essencialmente apoiadas em um conceito simples: vença o vilão e salve a princesa. De todas as transformações e inovações que surgiram ao longo dos episódios da série é evidente que a maior delas tenha sido a transição de um jogo 2D side-scrolling (de movimentação lateral) para um mundo explorável em 3D, quando Mario deu as caras no Nintendo 64, com Mario 64. O jogo marcou não somente pelo sucesso na transição, que deu novo fôlego ao encanador italiano, como pela ótima qualidade, ainda que o jogo tenha sido um dos desbravadores da então nova realidade de jogos poligonais. O jogo foi um sucesso e recebeu ainda uma adaptação mais recente para o Nintendo DS, Mario 64 DS, um presente para os fãs. A partir de Mario 64 os jogos do bigodudo que mais chamaram a atenção também foram desenvolvidos em 3D. São eles Super Mario Sunshine para Gamecube e Super Mario Galaxy, o mais recente sucesso para o Wii.

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No conflito vídeo gamista entre oriente e ocidente quem ganha é você

agosto 7, 2008

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A partir dessa semana e especificamente a partir de hoje (quinta-feira), inicia-se uma seqüência de postagens semanais sobre games. Então fique de olho porque toda quinta tem mais conteúdo sobre games e todo dia teremos bom conteúdo sobre algum tema especifico que terá novas reportagens no mesmo dia da semana, obviamente a cada 7 dias.

Ficou confuso? É só checar a tabela na lateral do blog. Participe também das discussões sobre as postagens que são feitas no nosso fórum (Omega Geek) e contribua com seu conhecimento e opinião sobre o assunto!

Engana-se quem pensa que a entrada da americana Microsoft no mundo dos games, no final da geração passada de vídeo games, em um mercado de games até então dominado pelas gigantes japonesas Sega, Nintendo e Sony tenha significado uma possível divisão do mercado em “oriental e ocidental”, em qualquer âmbito.

Vale lembrar que a geração passada foi aquela que contava com Dreamcast (japonesa SEGA), Gamecube (Japonesa Nintendo), Playstation 2 (japonesa SONY) e Xbox (americana Microsoft).

Microsoft Logo Nintendo Logo
Sony Logo Sega Logo

Se socioculturalmente o que vivenciamos é uma mescla cada vez maior entre as mais diferentes culturas, nos games o intercâmbio e influências diretas e indiretas, esteticamente falando, não têm sido diferente. Não que isso seja óbvio, mas o contato constante com a produção intelectual e artística das mais variadas origens e tipos, vista por todo o mundo gera um interesse cada vez mais mesclado por produções textuais, visuais e… audiovisuais, como os games. Antes era fácil dizer que a “Squaresoft” faz jRPGs (Japanese Role Playing Games), a “Capcom” faz adventures e jogos de luta e a Nintendo faz Zelda, Metroid e “esses jogos de sempre”.

Começou a ficar até difícil, em boa parte dos casos, identificar a origem de um jogo e até a entender como ele aparece em determinada plataforma, se não tivermos informações diretas e claras sobre ele, pois as influências são tão diversas e os sistemas possuem uma gama tão grande de gêneros e produtoras que é quase possível dizer que todos os vídeo games atualmente têm jogos para todos os gostos.

Em outras palavras: o ocidente tem criado jogos com a cara dos orientais e o oriente está criando jogos com a cara dos ocidentais. Da mesma forma as plataformas estão surgindo com títulos que antes apareciam só para PC e os PCs estão recebendo adaptações de jogos que costumavam ficar só nos vídeo games.

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