Resident Evil: Degeneration

janeiro 7, 2009

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Ainda que relativos sucessos de bilheteria, é inegável que a trilogia de Paul W.S Anderson decepcionou a imensa maioria dos fãs de Resident Evil. O primeiro filme, devido à ambientação familiar e às inúmeras referências aos jogos, ainda conseguiu agradar a alguns; os demais, todavia, deturparam completamente a mitologia da série, chegando ao ponto de envolverem super-poderes (!), sendo universalmente execrados, tanto pelos fãs do jogo quanto por qualquer um com o mínimo de senso crítico.

A Capcom, produtora do jogo, é parcialmente culpada por isso, pois os filmes foram feitos com o seu aval. Ciente da insatisfação dos fãs – e possivelmente animada com os resultados obtidos pela Squarenix com Advent Children – ela produziu este Resident Evil: Degeneration. Cronologicamente ligado aos jogos, protagonizado pelos mesmos personagens de Residente Evil 2 e uma ponte-de-ligação entre o quarto e quinto jogo, além de ser 100% em CGI, aos moldes de Advent Children. Leia o resto deste post »


Survival Horror: o terror no mundo dos games

novembro 13, 2008

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Ambiente escuro. Você é um homem aparentemente comum vestindo calça jeans e jaqueta e está sozinho em uma rua deserta, em meio à densa neblina em uma cidade estranha, na qual teve que parar porque seu carro quebrou. Enquanto caminha tentando encontrar alguém escuta passos e sons de objetos caindo, sem saber de onde vêm. Você grita buscando quem quer que esteja ouvindo; ninguém responde.

As poucas luzes acesas piscam, ameaçando apagarem-se completamente. Você encontra uma casa com uma porta aberta e, hesitante, entra para tentar encontrar alguém. Uma televisão ligada não sintonizada parece ser a única coisa “viva” na sala. Quadros e móveis estão fora do lugar. Você pensa ter escutado um som no andar de cima, um ranger de madeira velha, mas atravessa a escada que leva ao andar superior e vai até a cozinha, em silêncio. Em um armário entreaberto você vê escorrer um líquido vermelho. Você abre o armário para se certificar de seja lá o que for aquilo e… encontra o que parece ser uma cabeça humana, em decomposição.

Assustado e sem tempo para pensar no que acabou de ver você ouve mais sons no andar de cima, que agora parecem ser passos indo até a escada. Você sai da cozinha e olha para o alto, na outra extremidade da escada, somente para presenciar olhos brilhantes fitando você em meio a escuridão. Seja lá o que for aquilo, começa a vir em sua direção e revela no primeio raio de luz uma perna ensanguentada. Você corre para fora da casa, o mais rápido que pode; e depois para longe dela. Leia o resto deste post »


No conflito vídeo gamista entre oriente e ocidente quem ganha é você

agosto 7, 2008

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A partir dessa semana e especificamente a partir de hoje (quinta-feira), inicia-se uma seqüência de postagens semanais sobre games. Então fique de olho porque toda quinta tem mais conteúdo sobre games e todo dia teremos bom conteúdo sobre algum tema especifico que terá novas reportagens no mesmo dia da semana, obviamente a cada 7 dias.

Ficou confuso? É só checar a tabela na lateral do blog. Participe também das discussões sobre as postagens que são feitas no nosso fórum (Omega Geek) e contribua com seu conhecimento e opinião sobre o assunto!

Engana-se quem pensa que a entrada da americana Microsoft no mundo dos games, no final da geração passada de vídeo games, em um mercado de games até então dominado pelas gigantes japonesas Sega, Nintendo e Sony tenha significado uma possível divisão do mercado em “oriental e ocidental”, em qualquer âmbito.

Vale lembrar que a geração passada foi aquela que contava com Dreamcast (japonesa SEGA), Gamecube (Japonesa Nintendo), Playstation 2 (japonesa SONY) e Xbox (americana Microsoft).

Microsoft Logo Nintendo Logo
Sony Logo Sega Logo

Se socioculturalmente o que vivenciamos é uma mescla cada vez maior entre as mais diferentes culturas, nos games o intercâmbio e influências diretas e indiretas, esteticamente falando, não têm sido diferente. Não que isso seja óbvio, mas o contato constante com a produção intelectual e artística das mais variadas origens e tipos, vista por todo o mundo gera um interesse cada vez mais mesclado por produções textuais, visuais e… audiovisuais, como os games. Antes era fácil dizer que a “Squaresoft” faz jRPGs (Japanese Role Playing Games), a “Capcom” faz adventures e jogos de luta e a Nintendo faz Zelda, Metroid e “esses jogos de sempre”.

Começou a ficar até difícil, em boa parte dos casos, identificar a origem de um jogo e até a entender como ele aparece em determinada plataforma, se não tivermos informações diretas e claras sobre ele, pois as influências são tão diversas e os sistemas possuem uma gama tão grande de gêneros e produtoras que é quase possível dizer que todos os vídeo games atualmente têm jogos para todos os gostos.

Em outras palavras: o ocidente tem criado jogos com a cara dos orientais e o oriente está criando jogos com a cara dos ocidentais. Da mesma forma as plataformas estão surgindo com títulos que antes apareciam só para PC e os PCs estão recebendo adaptações de jogos que costumavam ficar só nos vídeo games.

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