A força dos video games portáteis

agosto 21, 2008

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Talvez você nunca tenha ouvido falar de belezuras arcaicas como Lynx, Gamegear e Nomad e até dos mais recentes Neo Geo Pocket Color e Nokia Ngage, mas é quase certo que você já ouviu falar de ao menos um “Gameboy” e do recente fenômeno Nintendo DS, além do relativamente recente sucesso da Sony (e primeiro portátil a concorrer adequadamente com a hegemonia da Nintendo nos portáteis), o PSP, ou PlayStation Portable.

Tendo a Nintendo dado o primeiro passo no ramo de portáteis – com o lançamento do memorável Nintendo Gameboy em 1989 – o mundo dos vídeo games nunca mais foi o mesmo, pois o que era antes inimaginável, tornou-se realidade: levar no bolso seu vídeo game de qualidade, antes só jogável em casa ou nos arcades. Pois é, “fechou o bonde!” como diria meu amigo. Filas de banco, transporte público e meditação no vaso sanitário não seriam mais momentos solitários para quem é gamer até os ossos. O vídeo game portátil tornou-se real e acessível, pois custava míseros 100 dólares e rodava a impressionante 1,1 Mhz, com display em preto e branco. Alucinante, fera!


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No conflito vídeo gamista entre oriente e ocidente quem ganha é você

agosto 7, 2008

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A partir dessa semana e especificamente a partir de hoje (quinta-feira), inicia-se uma seqüência de postagens semanais sobre games. Então fique de olho porque toda quinta tem mais conteúdo sobre games e todo dia teremos bom conteúdo sobre algum tema especifico que terá novas reportagens no mesmo dia da semana, obviamente a cada 7 dias.

Ficou confuso? É só checar a tabela na lateral do blog. Participe também das discussões sobre as postagens que são feitas no nosso fórum (Omega Geek) e contribua com seu conhecimento e opinião sobre o assunto!

Engana-se quem pensa que a entrada da americana Microsoft no mundo dos games, no final da geração passada de vídeo games, em um mercado de games até então dominado pelas gigantes japonesas Sega, Nintendo e Sony tenha significado uma possível divisão do mercado em “oriental e ocidental”, em qualquer âmbito.

Vale lembrar que a geração passada foi aquela que contava com Dreamcast (japonesa SEGA), Gamecube (Japonesa Nintendo), Playstation 2 (japonesa SONY) e Xbox (americana Microsoft).

Microsoft Logo Nintendo Logo
Sony Logo Sega Logo

Se socioculturalmente o que vivenciamos é uma mescla cada vez maior entre as mais diferentes culturas, nos games o intercâmbio e influências diretas e indiretas, esteticamente falando, não têm sido diferente. Não que isso seja óbvio, mas o contato constante com a produção intelectual e artística das mais variadas origens e tipos, vista por todo o mundo gera um interesse cada vez mais mesclado por produções textuais, visuais e… audiovisuais, como os games. Antes era fácil dizer que a “Squaresoft” faz jRPGs (Japanese Role Playing Games), a “Capcom” faz adventures e jogos de luta e a Nintendo faz Zelda, Metroid e “esses jogos de sempre”.

Começou a ficar até difícil, em boa parte dos casos, identificar a origem de um jogo e até a entender como ele aparece em determinada plataforma, se não tivermos informações diretas e claras sobre ele, pois as influências são tão diversas e os sistemas possuem uma gama tão grande de gêneros e produtoras que é quase possível dizer que todos os vídeo games atualmente têm jogos para todos os gostos.

Em outras palavras: o ocidente tem criado jogos com a cara dos orientais e o oriente está criando jogos com a cara dos ocidentais. Da mesma forma as plataformas estão surgindo com títulos que antes apareciam só para PC e os PCs estão recebendo adaptações de jogos que costumavam ficar só nos vídeo games.

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