Conan parte 2

janeiro 20, 2009

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Conforme prometido semana passada, continuarei aqui falando sobre os contos de ‘Conan, o Cimério’. Faltou falar, na conan-o-cimerio-livrosemana passada, que essa coletânea saiu aqui pela Editora Conrad, é razoavelmente fácil de encontrar em livrarias, tanto nas reais quanto nas online, e que possui um volume 2. Vamos aos contos:

O quarto conto de Conan é ‘A Torre do Elefante’. Cronologicamente anterior ao terceiro, ‘O Deus na Urna’, vemos o cimério praticamente recém-chegado à “civilização”, iniciando sua carreira como ladrão. Aqui o bárbaro é mostrado ouvindo uma história numa taverna (uma cena MUITO recorrente em RPGs) frequentada pelos criminosos da cidade, e indo atrás do tesouro mencionado. Uma das melhores histórias do livro, mostra um Conan calado, muito mais observador, uma vez que ele acaba de chegar. Ao invadir a torre de um poderoso mago, ele é surpreendido por outro salteador, ao qual alia-se em busca do tesouro. O sobrenatural continua sendo muito forte nesse conto, e nele temos uma breve história do mundo Hiboriano.
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H. P. Lovecraft

agosto 19, 2008

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O Grande Cthulhu. Yog-Sothtoth. Shub-Niggurath. Nyarlathotep. Dagon. O Necronomicon.

Você já ouviu esses nomes. Pode não saber onde, ou porque, mas sabe que eles te lembram de algo. Alguma coisa no fundo da sua mente te diz pra não pensar sobre isso. Pra não mexer com esses nomes desconhecidos. Afinal, só de pronunciá-los, você pode acordar seus donos.

Assim funciona o universo criado por Howard Phillips Lovecraft. Nascido em 1890, ele morreu em 1937, sem nunca ter publicado um único livro, escreveu sobretudo em cartas, e contos para revistas da época (como a Weird Tales). Seus contos e cartas foram criando o que se chama de “Mitos de Cthulhu”, uma grande mitologia de ficção científica e terror.

Embora talvez seja errado chamar seu estilo de “terror”.

O correto seria chamar de “horror”. Terror é algo palpável. Um vampiro num castelo, um monstro feito de cadáveres, esses são exemplos mais próximos de terror. No universo dos “Mitos”, temos o horror. A coisa muda totalmente de escala, temos deuses-monstros, raças muito mais antigas que a humanidade, seres além da nossa razão.

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