Games bem além do entretenimento (Parte 2 de 2)

outubro 16, 2008

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Continuamos nessa semana a saga que mostra a crescente presença dos games no nosso cotidiano. Se você está no meio do caminho talvez queira ler a primeira parte do artigo, publicada há duas semanas.

Se os games já superaram o cinema em lucro, já ganharam notoriedade no mundo todo e têm tido presença cada vez mais marcante na vida das pessoas é por uma razão bem objetiva: eles originalmente visam entreter, e fazem isso muito bem. Na semana passada ficou evidenciado que ainda que os jogos sejam feitos para entreter, os ganhos em jogá-los são muitos. Mas e quando parte-se de um ponto de partida diferente, o de games que não foram feitos “somente para entreter”? Bem, há um leque bastante grande de tipos de jogos e ações associadas a jogos que claramente ultrapassam a barreira do entretenimento e têm diferentes finalidades. Vejamos a seguir.

Jogos Educacionais e esportivos sem compromisso mas respeitáveis

Idosos em asilos de primeiro mundo jogam Wii para se exercitar e passar o tempo

Idosos em asilos de primeiro mundo jogam Wii para se exercitar e passar o tempo

Já há muitos anos jogos com a clara intenção de treinar e ensinar enquanto se gera entretenimento são lançados no mercado, para pc, focando o público infantil. O que passou a ocorrer, porém, é que jogos voltados para públicos bastante mais abrangentes têm sido lançados nos consoles mais recentes. Grande parte da “culpa” é da Nintendo, que com os revolucionários Nintendo DS e Nintendo Wii definitivamente buscou atingir um público diferenciado do games-médio. Dentre diversos títulos podem ser citados Brain Age, um jogo de DS que visa “manter o cérebro ativo” com desafios de raciocínio e lógica que tem tido grande aceitação de públicos não tradicionais dos games: mulher e terceira idade. Continue lendo »