Count Zero

abril 13, 2009

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Em meados dos anos oitenta, William Gibson, ao lado de autores como Neal Stephenson e Bruce Sterling,  revolucionou o gênero da ficção-científica literária com Neuromancer (que já foi comentado por mim aqui), livro que lhe rendeu uma série de prêmios e que, em 2006, foi incluído na lista Os Cem Melhores Romances da Lingua Inglesa, da revista Time, devido a sua inegável importância histórica.

Count Zero, publicado dois anos depois, situa-se oito anos após os eventos transcorridos em Neuromancer, e é protagonizado por uma nova gama de personagens. A obra expande o universo tecno-anárquico criado por Gibson, aprofundando-se em temas que no livro anterior foram apenas mencionados, como o poder ilimitado das corporações e suas ramificações na dinâmica social, além de dar prosseguimento a certos pontos soltos, como o destino de Wintermute e de que maneira a sua existência afeta o cyberspaço.

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