Adaptações

novembro 11, 2008

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Uma coisa muito comum nos dias de hoje é encontrar filmes, revista em quadrinhos, ou qualquer outra coisa, inspirados em livros famosos. E se existe uma adaptação de um livro pra outra mídia, existe pelo menos um fã chato, dizendo que aquilo que está lá não tem NADA a ver com o original. Mas afinal, o que nós, fãs de literatura e também de quadrinhos – outro grupo que sofre com algumas adaptações – queremos com uma adaptação pra cinema, por exemplo?

Simples ué, fidelidade.

É claro que nem sempre dá pra ter uma transposição perfeita de um livro numa tela de cinema. As mídias são diferentes e é claro que os resultados vão ser diferentes. Mas ainda assim a gente quer fidelidade. Leia o resto deste post »


Mirror’s Edge: Le parkour em clima de Admirável mundo novo

outubro 9, 2008

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A Dice, desenvolvedora da famosa série Battlefield, apresentou melhor ao mundo na recente edição da E3, nos Estados Unidos, o que claramente pretende ser uma revolução no modo de encarar os jogos em primeira pessoa: Mirror’s Edge, que chega para PC, PS3 e Xbox 360, com produção da EA, agora em Novembro, na plataforma Unreal Engine 3, que garante qualidade visual.

Apesar da premissa oferecida pelo jogo, que é ação em primeira pessoa não focada em armas de fogo, não ser totalmente inovadora ( já que outros títulos de peso como Elder Scrools IV: Oblivion e Breakdown oferecerem uma jogabilidade em primeira pessoa não completamente apoiada em armas de fogo, que incapacitam a definição FPS [First Person Shooting]) a Dice recentemente revelou informações que levam a crer que o jogo pode sim se tornar um clássico instantâneo em um momento que jogos originais estão fazendo falta. Entenda a seguir. Leia o resto deste post »


1984 (Nineteen Eighty-Four, 1984)

setembro 29, 2008

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Se você mora nesse planeta e não é um completo alienado, provavelmente conhece George Orwell (inclusive o Pedro já fez um post dedicado a ele), e também sabe que ele foi um dos maiores críticos do Totalitarismo travestido de Socialismo, seja na fábula A Revolução dos Bichos, ou no genial 1984. Menos conhecida que os livros é a adaptação de 1984 para o cinema dirigida por Michael Radford (Nineteen Eighty-Four, Inglaterra, 1984). Apesar de não ser tão genial quanto o livro, a película merece mesmo assim ser comentada.

Ambientada no mesmo ano de 1984, pós-apocalíptico do livro, o filme conta a história de Winston Smith (John Hurt, numa performance maravilhosa), um funcionário do Ministério da Verdade, responsável por corrigir os jornais do passado, num país dominado por um governo completamente totalitário e autoritário que controla cada passo e até mesmo cada pensamento das pessoas através da propaganda massiva, da polícia repressora e mais do que tudo, da presença opressiva e onipresente do Grande Irmão, que tudo sabe e tudo vê (numa clara alusão ao ditador Joseph Stálin).

Ministério da Verdade é o responsável por modificar ou até mesmo apagar os registros do passado, conforme a conveniência e vontade do Partido. Porém, Winston não é um daqueles que não pensa e aceita tudo conforme o Estado dita, muito pelo contrário, ele sabe que o Estado na verdade não está em guerra permanente contra a Eurásia (ou a Lestásia), e que isso é nada mais que uma maneira der manter o povo sob controle. Essa constatação, junto com o amor que ele acaba sentindo por Julia (a desconhecida, porém cocota Suzanna Hamilton), vai levar ambos a um caminho sem volta, que só pode levar a algo pior que a morte: a doutrinação sem volta nos princípios do Ingsoc e ao amor pelo Grande Irmão. Leia o resto deste post »


George Orwell

setembro 9, 2008

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Você muito provavelmente nunca ouviu falar de Eric Arthur Blair, um inglês nascido na Índia em 1903. Já deve ter ouvido falar de George Orwell romancista e jornalista britânico. Mas você COM CERTEZA já ouviu o termo “Big Brother”, ou a frase “Todos são iguais, mas alguns são mais iguais do que os outros”.

George Orwell era na verdade um pseudônimo, utilizado por Blair, com o qual levou esses dois termos, e muitos outros, ao conhecimento popular. Mais conhecido pelos livros “1984” e “Revolução dos Bichos”, Orwell sempre deixou muito clara sua consciência das injustiças sociais, e desprezo pela autoridade. Embora atualmente a face de escritor de ficção seja a mais famosa, o trabalho mais vasto e conhecido em vida era o de jornalista, colunista e ensaísta. Chegou inclusive a escrever livros de reportagem, basicamente falando sobre períodos de pobreza e vida pessoas pobres da época.


Mesmo tendo nascido em uma família com dinheiro, Orwell chegou a ser operário de fábrica e professor, após renunciar sua origem. Também esteve na Guerra Civil Espanhola, ao lado de um grupo anarquista-socialista. Apesar de suas tendências socialistas, ele não concordava com o regime soviético. Então, além de socialista, George era anti-stalinista. E isso se refletia em suas criações.

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