O Diário de Bridget Jones

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Não, você não leu errado. O post dessa semana de fato é sobre “O Diário de Bridget Jones”. Ao contrário dos posts anteriores, que trouxeram sempre livros (ou autores) de ficção científica, fantasia ou de teor histórico, esse livro conta a história de uma mulher inglesa normal. Nada de nerd nisso. Então por que falar desse livro?

Porquê ele é divertido!2516194gg1

Quando o comprei, pensava apenas em dá-lo de presente pra minha namorada. Não é o tipo de livro que eu costumava ler ou gostar. Mas resolvi abrir e dar uma lidinha, antes de entregá-lo. Pensei seriamente em ficar com o livro.

“O Diário de Bridget Jones” é escrito na forma de um diário, que conta um ano da vida de Bridget (Obrigado, Capitão Óbvio!). Com quase trinta anos e solteira, ela faz uma série de resoluções de ano-novo, e é aí que o diário começa. Após decidir tudo que fará/ não fará no ano que se inicia, Bridget passa a enfrentar sua própria vida, e registra tudo em seu diário. Sobre sua própria carreira, amigos, família e principalmente sobre sua vida amorosa, ou a falta dela.

Bridget inicia o ano ‘de mal consigo mesma’, mas quando começa um relacionamento meio platônico com o chefe, e depois acaba encontrando também um conhecido de infância, indicado pela mãe. Aliás, os pesonagens secundários da história são muito interessantes, especialmente pelo que causam na personagem principal. Cada vez que alguém pergunta “Como está a vida amorosa?”, ou dá um conselho, ou mesmo enche o saco dela, isso resulta em comentários no diário. Bridget escreve de maneira irônica, reclamando de quase tudo, se mostrando neurótica, meio obsessiva, mas inteligente e bem engraçada.

diario-de-bridget-jones-poster03É um livro leve, mas que prende a atenção aos muitos problemas que Bridget enfrenta, uma boa parte deles contra a própria neurose. É fácil identificar em Bridget uma mulher (ou mais de uma) que nós conhecemos. Mesmo com a diferença de cultura (a história se passa na Inglaterra), é possível ver como muita coisa não muda, mesmo do outro lado do oceano.

Escrito pela jornalista Helen Fielding, ganhou o prêmio de melhor livro britânico de 1998, e foi adaptado para cinema em 2001, com Renée Zellweger no papel principal. Em 2000 o livro ganhou uma continuação “Bridget Jones: No Limite da Razão”. Vale a pena dar uma conferida!

6 respostas para O Diário de Bridget Jones

  1. Laura disse:

    weee

    Eu tô adorando o livro, coisa bem dificil de acontecer, principalmente pelo fato de eu não ter o hábito de ler [riiimoooou] e de ser uma coisa bem menininha pro meu gosto.

    Enfim, eu amo a Bridget. Mesmo ela sendo atrapalhada e não saber bem o que quer D:
    [aloc, similaridades plx]

    E, Pedro, adorei o presente. :3

  2. marco disse:

    Nossa, eu li esse livro um pouco antes do filme e dei muita risada.
    Bridget Jones é louca. Por isso acho que todas as mulheres são ‘Bridget Jones’, sério.

  3. Hummmm…olha eu só assisti o filme, achei divertido. Valeu pela dica. Vou ler (só não sei quando…tenho Neuromancer pra ler…heheheh). Na minha opinião, eles deveriam fazer filmes ou livros de mulheres diferentes. Porque, repare só, todos os filmes eles colocam uma mulher que só pensa em emagrecer, ficar magra, achar um homem…eu eu já estou cansada…é sempre esse estereótipo meio fútil. Um filme que eu achei legal, que inclusive é com a Renée, chama-se “Abaixo o amor”, o filme, é claro, tem os seus estereótipos, mas é hilário e põe uma mulher um pouco menos futil, sem contar das excelente atuações, como o Ewan Mcgregor (ai ai…), impagável…bom…mas confesso que toda mulher tem um pouco de Bridget…heheehe

    Abração!

  4. Estranho disse:

    Nossa, Srª Rorschach. A impressão que eu tenho é justamente a oposta. As mulheres na mídia muitas vezes são irreais demais. A Bridget é uma que tem defeitos também, o que deixa ela um pouco mais verdadeira. Mais real.

    Claro que obsessão em emagrecer e achar o cara ideal não é o objetivo de toda mulher. Mas a maioria das mulheres tem pelo menos um pouquinho disso, não?

  5. apas disse:

    esse livro é tudo de bom, ja havia assistido o filme, mas so por assistir, depois de um tempo, escolhi o livro para fazer um trabalho pra universidade, adorei o livro, assisti o filme novamente, mas com outra visao, enfim, descobri muita coisa a respeito dessa obra, muito bom mesmo, recomendo.

  6. Priscila :) disse:

    Eu só li o “Bridget Jones: No limite da razão” e achei o máximo, e também penso que Bridget não tem nada de “irreal”, mas pelo contrário, muito real pro meu gosto.
    Como disse o camarada acima, ela é uma mulher normal, com defeitos e tudo mais, o que a torna o diferencial do que sempre pintam, uma “supermulher”, toda sem dramas, sem problemas de relacionamentos (indiferente ou não de ser amoroso), e perfeita.
    Bridget enfrenta os problemas com muito humor.
    Enfim, Amei o livro!
    :X

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