Conan

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conan18Quando alguém fala o nome ‘Conan’, a primeira coisa que você lembra é do guerreiro gigantesco, que anda por aí com uma espada tão grande quanto ele e vestindo nada mais do que uma tanga felpuda? É justo, já que essa é a imagem que ficou eternizada dele. Mas é só mais uma das muitas imagens possíveis de Conan. Antes de estar em quadrinhos, filmes (sobre os quais o Minduim falou aqui), desenhos, RPG’s e tudo o mais, Conan surgiu na forma de contos, escritos por Robert E. Howard para as ‘pulp magazines’: revistas baratas que juntavam todo o tipo de conto, nas quais outros grandes autores foram revelados também, como Isaac Asimov ou H. P. Lovecraft.

As histórias de Conan são ambientadas na chamda ‘Era Hiboriana’, uma espécie de pré-história alternativa. Howard preferiu criar essa ‘falsa história’ do nosso mundo para poder escrever seus contos de maneira mais fluida, sem ter que dedicar horas e horas de pesquisas para escrever poucas páginas.

Há algum tempo foram lançados no Brasil livros que trazem os contos de Conan, na ordem em que foram escritos. É muito interessante notar que os contos de Howard trazem diferentes fases de Conan, um guerreiro cimério, que aparece em diferentes momentos como ladrão, pirata, mercenário e mais, escritos fora de ordem cronológica.

conan1-thumbMas, no primeiro conto, ‘A Fênix na Espada’, encontramos um Conan… rei? Exatamente. Em sua primeira aparição, temos o cimério na sua fase de rei da Aquilônia, reino no qual ele ajudou a derrubar o antigo tirano. Em ‘A Fênix na Espada’ vemos uma conspiração se desenrolando para derrubar o Rei Conan, mas que é alterada pelas interferências de um antigo sábio morto e de um mago maligno que havia sido escravizado. Vemos aqui que mesmo dentro de uma armadura reluzente, ainda existe um guerreiro bárbaro furioso e mortal em Conan.

O conto seguinte, o curto ‘A Filha do Gigante de Gelo’, mostra Conan como um guerreiro no exército vanir. Após uma imensa batalha nos países nórdicos, Conan vê uma bela mulher na neve, nua. Após uma pequena discussão (bem pequena mesmo), o guerreiro resolve perseguir a mulher, tomado por luxúria, até que é levado a uma emboscada. Nada heróico, mas Conan é um bárbaro, oras.
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No terceiro, ‘O Deus na Urna’, somos apresentados ao Conan ladrão profissional, usando sua força e habilidade adquiridos na Ciméria para invadir um templo. Recém chegado de seu país bárbaro Conan fala muito pouco, e aparece mais como personagem coadjuvante nessa história. Esse é quase um conto de investigação com teor sobrenatural, com a única diferença de ser ambientado na Era Hiboriana. Mas nem por isso deixa de ser uma ótima história.

Por hoje é só, mas semana que vem falarei sobre os outros três contos apresentados no livro, e um pouco mais sobre o personagem e sobra a Era Hiboriana.

6 respostas para Conan

  1. roged disse:

    Ta aí algo que eu não conhecia. Parece a meu ver uma baita leitura, todos os seis contos.

  2. Bia Durante disse:

    Oi cm vai?
    gostei do comentario feito do conan.
    só que gostaria de saber como faço pra matar o dragão que tem no jogo PS3.
    se puder me ajudar agradeço.
    muito obrigada pela atenção.

  3. Pedro "Dr. Estranho" disse:

    Mate de indigestão, filha.

  4. roged disse:

    Estranho destruiu os sonhos da menina… agora ela vai virar emo.

  5. roged disse:

    E começar a jogar Tibia.

  6. […] prometido semana passada, continuarei aqui falando sobre os contos de ‘Conan, o Cimério’. Faltou falar, na […]

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