Mulheres e sexo nos quadrinhos

setembro 5, 2008
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Hoje vamos pedir licença para as mulheres que lêem o BNBlog para falar de um tema mais polêmico, que já sofreu muita censura e enfrentou muitos tabus até se estabelecer como uma forma de expressão artística: os quadrinhos eróticos. Muita gente pensa que quadrinhos eróticos são apenas sacanagem, entretanto, esse estilo de quadrinhos é uma forma saudável de expressão como qualquer outra.

Neste tipo de obra geralmente quem se destaca são as heroínas. Corajosas, poderosas e muito desinibidas, elas foram conquistando espaço num mundo de heróis de malha colante e tiveram que ter muito peito, e alguns outros atributos, para conquistar seu espaço no mundo dos quadrinhos.

É importante ressaltar que os quadrinhos eróticos refletiram uma mudança na sociedade. Muitas vezes, quando de seu lançamento, causaram furor ou foram totalmente censurados, mas justamente por seu caráter ‘underground’ acabaram conquistando muitos fãs no último século. Por isso hoje vamos destacar algumas das heroínas que fizeram história e transformaram os quadrinhos eróticos em obras de arte. Então meninas nos perdoem, mas falaremos dessa mulheres que fazem a alegria dos marmanjos nas histórias em quadrinhos.

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Metallica e a Ressureição Magnética

setembro 5, 2008

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Metallica - Death Magnetic

Não, caro leitor. Você não leu errado e nem eu mesmo escrevi torto. Apesar do novíssimo álbum do Metallica ser o Death Magnetic, tudo que você vai encontrar nele é a ressureição de uma banda que era tida como morta até pouco tempo atrás. Esqueça Load. Esqueça Reload. Esqueça totalmente o St. Anger. O bom e velho Metallica voltou.

Dizer que Death Magnetic é como os álbuns clássicos é utopia, mas ele não faz feio. DM seria uma evolução natural desses álbuns, que ficaram marcados pelo seu peso, velocidade e por sua produção considerada “suja”, sendo referências no thrash metal até hoje. Nessa nova produção, todo o peso e velocidade estão de volta, mas de uma maneira mais limpa, mais bem produzida e mais moderna que nos álbuns antigos. Porém, ele não é nenhuma obra-prima. Aliás, a alegria de ver o Metallica gravando músicas como antes é ótima, mas a expectativa por isso acaba deixando tudo com um ar de supervalorização, onde as pessoas comemoram uma coisa elogiando outra. Então, vamos deixar essa parte para trás e analisar o álbum.

Death Magnetic tem 10 faixas recheadas com bons riffs e uma força inegável, esbanjando uma qualidade na parte instrumental que nem mesmo o fã mais esperançoso poderia prever, com destaque para Kirk Hammett, que acelera sua guitarra em alguns solos impressionantes, coisa que foi deixada de lado completamente em St. Anger e que volta com toda força. Com a grande maioria das faixas tendo mais de 7 minutos, a banda recupera o espírito dos anos 80, onde o heavy metal começava a se transformar nas maratonas musicais do rock progressivo. O único porém aqui é talvez a falta de uma participação mais imponente do baixo de Robert Trujillo. São muito poucos os momentos no disco em que o baixista se destaca.

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