Abril 18, 2009
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Bob Seger e a Silver Bullet Band
Com quase 50 anos de carreira, Bob Seger é uma das figuras mais conhecidas do rock and roll nos Estados Unidos, e um dos principais expoentes da cena de Detroit, fazendo parte do Rock and Roll Hall of Fame desde 2004. Inspirado principalmente por Elvis Presley e James Brown, Seger tem como um dos temas principais de suas canções a classe operária, bastante presente na área de Detroit, devido à existência de diversas montadoras.
É interessante notar que, embora a influência da música de Seger esteja presente em artistas tão diversificados quanto o Metallica (que gravou uma versão de Turn the Page para o álbum Garage Inc.) ou Richie Kotzen, ele não foi capaz de projetar sua fama muito além dos Estados Unidos.
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Escrito por Felipe Valente
Março 7, 2009
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Das bandas de thrash metal surgidas na Bay Area de São Francisco durante os an
os 80, o Exodus provavelmente é a que se mostrou mais injustiçada, muitas vezes sendo lembrada somente como a banda da qual Kirk Hammet fazia parte antes de substituir Dave Mustaine no Metallica.
Apesar de mudanças constantes em sua formação, ter passado por dois grandes hiatos de inatividade e encarado a morte de dois de seus integrantes (incluindo o vocalista Paul Baloff, vítima de um derrame em 2002), o Exodus continua na ativa, com planos de lançar um novo álbum, The Atrocity Exhibition… Exhibit B, em algum ponto de 2009.
Porém, foco agora no passado da banda, mais precisamente no período de 1988, ano em que o Metallica apresentava ao mundo …And Justice for All, o Megadeth lançava So Far, So Good… So What! e o Slayer mostrava o resultado de seu trabalho em South of Heaven. Nesse ano, o Exodus estava em estúdio preparando o álbum que definiria sua carreira e iria diferenciá-lo de todas as demais bandas de thrash metal. Seu nome: Fabulous Disaster. Leia o resto deste post »
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música | Etiquetado: ac/dc, Bay area, Bon Scott, Dave Mustaine, exodus, fabulous disaster, Kirk Hammet, música, megadeth, metal, metallica, MTV, São Francisco, Slayer, The Toxic Waltz, thrash metal |
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Escrito por Felipe Valente
Janeiro 14, 2009
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Criminal Minds narra os casos de uma equipe forense do FBI especializada em análises psicológicas de criminosos (“profiles”), o B.A.U (a.k.a Behavioral Analysis Unit).
A equipe original consiste de Aaron “Hotch” Hotchner (Thomas Gibson), líder, caracterizado pela sua seriedade; Derek Morgan (Shemar Moore), charmoso e garanhão; Dr. Spencer Reid (Matthew Gray Gubler), dotado de uma assombrosa genialidade (e proporcional inaptidão social); Elle Greenaway (Lola Glaudini), especializada em crimes de caráter sexual; Jennifer “JJ” Jareau (AJ Cook), relações-públicas e porta-voz da equipe; Penelope Garcia (Kirsten Vangsness), a nerd do show, responsável pelo backup tecnológico e informacional; e, por fim, Jason Gideon (Mandy Patinkin), o verdadeiro protagonista (os mais aficcionados por séries se lembrarão dele como Rube Sofer da finada comédia Dead Like Me). Leia o resto deste post »
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Escrito por regentus
Dezembro 12, 2008
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Master of Puppets representa o ponto em que a carreira do Metallica atingiu sua maturidade. Apresentando uma evolução dos elementos presentes nos álbuns anteriores, adiciona outros que explicam o porquê da banda ter conseguido tanto sucesso.
A velocidade e agressividade presentes em Kill ‘Em All e Ride The Lightning é aqui aprimorada pela evolução do vocal de James Hetfield, que abandona qualquer tentativa de atingir um tom mais agudo que sua voz não permite alcançar. Isso traz mais agressividade às composições, já que seu timbre natural consegue passar perfeitamente as idéias por traz das letras do álbum.
O tema principal encontrado aqui é o controle. Partindo disso, encontramos letras que falam dos efeitos da raiva descontrolada (Battery), consumo de drogas (Master of Puppets) ou como soldados são controlados como fantoches durante uma guerra (Disposable Heroes).Seria injustiça fazer uma análise mais aprofundada de alguma música em específico, já que todas as faixas apresentam uma qualidade surpreendente. Porém, devo destacar a faixa título e Damage Inc. como os melhores exemplos do que é possível encontrar no álbum. Leia o resto deste post »
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Escrito por Felipe Valente
Novembro 29, 2008
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Global Metal – O Rock ao Redor do Mundo é a continuação do documentário Metal: A Headbanger’s Journey, de 2005. Enquanto no primeiro filme o diretor Sam Dunn procurava mostrar as origens do Heavy Metal, a polêmica existente em torno do estilo e explicar a diversidade de sub-gêneros existentes, neste o objetivo é mostrar qual a influência do Heavy Metal ao redor do mundo.
Para tanto, viajou ao redor do mundo, mostrando como o estilo conquistou seu lugar nos mais diferentes países e a interpretação que as mais diversas culturas fazem dele. Sua jornada o levou para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Tokyo, Beijing, Jakarta, Mumbai, Jerusalém e Dubai, em que entrevistou desde bandas e fãs locais de cada país a artistas famosos, como Kerry King (Slayer), Bruce Dickinson (Iron Maiden) e Lars Ulrich (Metallica).
A visão do documentário sobre o heavy metal é bastante positiva, mostrando como ele é utilizado em diversos países ao redor do mundo como uma forma de exprimir sentimentos reprimidos e se livrar das frustrações que uma realidade muitas vezes injusta pode provocar. Sam Dunn procura mostrar que nos mais diversos ambientes – seja na futurista Tokyo ou no ultra-conservador Iraque – o Heavy Metal encontra seu lugar, e provoca mudanças tanto nas atitudes quanto no pensamento das pessoas.

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Escrito por Felipe Valente
Novembro 22, 2008
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2008 vai ficar marcado como um ano incomum para a música, com alguns acontecimentos que quebraram algumas tradições, inclusive acabando com uma expressão que já estava virando sinônimo de “sai no Dia de São Nunca”. Abaixo, listo quatro dos acontecimentos que marcaram o mundo da música neste ano.
Iron Maiden no Brasil

Para o Iron Maiden, possivelmente a maior banda de heavy metal do mundo, vir ao Brasil não é nenhuma novidade. Desde o primeiro Rock In Rio é conhecido o afeto que seus membros nutrem pelos fãs daqui, inclusive com a gravação de registros oficiais, como o CD e DVD Rock In Rio, gravado durante a apresentação no Rock In Rio 3 de 2001. A maior diferença da passagem desse ano é a turnê Somewhere Back In Time, em que a banda apresentou somente grandes clássicos, com músicas como Wasted Years e Rime of the Ancient Mariner, que há tempos não figuravam em seus sets.
Pra quem acompanha o Iron Maiden, sabe que esse é um grande acontecimento, já que a banda é famosa justamente por tocar ao vivo tudo aquilo que seus fãs não desejam ouvir, deixando de lado muitos de seus sucessos. Pra quem perdeu os shows, uma boa notícia: a banda já confirmou seu retorno em março de 2009, trazendo de volta a mesma turnê e incluindo elementos da turnê Early Years, que não passou por terras brasileiras, contando somente com músicas dos dois primeiros discos. Uma oportunidade única, já que tudo indica que logo a banda deve entrar em estúdio para gravar um novo álbum, voltando a fazer shows com setlists duvidosos.
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Escrito por Felipe Valente
Outubro 25, 2008
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Quantas vezes ao se defrontar com uma banda nova que está fazendo sucesso você não foi surpreendido com a notícia um tanto quanto estranha de que ela é responsável por salvar o estilo a que pertence, trazendo de volta raízes há muito tempo perdidas? Vários nomes já carregaram essa grande responsabilidade sobre suas costas. De cabeça é possível citar nomes como Strokes, Arctic Monkeys, Franz Ferdinand e White Stripes, só para mencionar alguns exemplos que ainda se mantém em evidência no cenário musical.

Chuck Berry, na ativa aos 82 anos de idade
O estranho é que apesar de a cada ano surgirem novos donos do posto de “Salvadores do Rock”, não me recordo em nenhum momento do estilo ter morrido. Alguns fãs mais saudosistas poderiam dizer que o rock morreu há tempos, com o fim dos Beatles, o encerramento das atividades do Led Zeppelin ou a morte de Elvis, e que ninguém mais vai se igualar em inovação perante estes marcos na história do estilo. Mas devo discordar disso, já que o rock continuou vivo, seja através de suas vertentes mais pesadas como o Hard Rock ou o Heavy Metal, e mesmo grandes nomes do rock clássico continuam por aí, mesmo que sem o mesmo gás do início da carreira, como mostra Chuck Berry, no alto de seus 82 anos de idade.
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Escrito por Felipe Valente
Outubro 4, 2008
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O mundo da música está cheio de histórias de artistas que sofreram mortes prematuras, sejam causadas pelo comportamento padrão de sexo, (muitas) drogas e rock’n'roll, ou devido a acontecimentos indesejados que não podiam ser previstos. E, é claro, há aqueles que parecem verdadeiros highlanders, que viveram todos os excessos possíveis (alguns até mais do que isso), e que, mesmo assim, continuam aí para contar a história. Abaixo, uma pequena lista com exemplos de nomes que se foram cedo demais e aqueles que não se sabe como continuam vivos:
Os que partiram cedo demais:
Cliff Burton
O baixista do Metallica é creditado pelo resto da banda como o integrante essencial na definição do som característico da banda, o maior exemplo da sua contribuição sendo a música Anesthesia (Pulling Teeth). Durante a turnê européia do álbum Master of Puppets, o ônibus da banda perdeu o controle ao passar sobre um trecho da estrada em que havia uma camada de gelo, capotando e caindo de um barranco. Os outros membros escaparam com ferimentos leves, mas Burton não teve tanta sorte, sendo atirado pela janela do ônibus que, depois, parou em cima de seu corpo, ocasionando sua morte instantânea, aos 24 anos de idade.
Stevie Ray Vaughan
Um dos grandes nomes do blues, responsável pela criação de clássicos como Texas Flood, Pride and Joy e Crossfire, além de uma versão memorável para Voodoo Chile (Slight Return) de Jimi Hendrix, Stevie Ray Vaughan teve uma morte inesperada após uma apresentação junto com sua banda Double Trouble no dia 26 de agosto de 1990. Vaughan estava numa turnê junto com Robert Cray e Eric Clapton, e foi informado de que havia um assento vago nos dois helicópteros que levariam a equipe de Clapton de volta para Chicago. Enquanto o helicóptero de Clapton chegou a salvo no destino, em conseqüência do mal tempo o helicóptero em que Stevie Ray estava bateu em uma pista artificial de ski, não deixando nenhum sobrevivente e encerrando sua carreira aos 36 anos de idade.
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Escrito por Felipe Valente
Setembro 5, 2008
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Não, caro leitor. Você não leu errado e nem eu mesmo escrevi torto. Apesar do novíssimo álbum do Metallica ser o Death Magnetic, tudo que você vai encontrar nele é a ressureição de uma banda que era tida como morta até pouco tempo atrás. Esqueça Load. Esqueça Reload. Esqueça totalmente o St. Anger. O bom e velho Metallica voltou.
Dizer que Death Magnetic é como os álbuns clássicos é utopia, mas ele não faz feio. DM seria uma evolução natural desses álbuns, que ficaram marcados pelo seu peso, velocidade e por sua produção considerada “suja”, sendo referências no thrash metal até hoje. Nessa nova produção, todo o peso e velocidade estão de volta, mas de uma maneira mais limpa, mais bem produzida e mais moderna que nos álbuns antigos. Porém, ele não é nenhuma obra-prima. Aliás, a alegria de ver o Metallica gravando músicas como antes é ótima, mas a expectativa por isso acaba deixando tudo com um ar de supervalorização, onde as pessoas comemoram uma coisa elogiando outra. Então, vamos deixar essa parte para trás e analisar o álbum.
Death Magnetic tem 10 faixas recheadas com bons riffs e uma força inegável, esbanjando uma qualidade na parte instrumental que nem mesmo o fã mais esperançoso poderia prever, com destaque para Kirk Hammett, que acelera sua guitarra em alguns solos impressionantes, coisa que foi deixada de lado completamente em St. Anger e que volta com toda força. Com a grande maioria das faixas tendo mais de 7 minutos, a banda recupera o espírito dos anos 80, onde o heavy metal começava a se transformar nas maratonas musicais do rock progressivo. O único porém aqui é talvez a falta de uma participação mais imponente do baixo de Robert Trujillo. São muito poucos os momentos no disco em que o baixista se destaca.
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Escrito por Lukaz