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Para entender melhor esta parte, talvez você queira (na verdade, é provável que não) ler o primeiro e o segundo capítulo de O Senhor dos Anéis: Uma Festa Muito Esperada e A Sombra do Passado.
Leia as outras partes aqui.
Ah, sim, o Um! Bem, resumindo, digamos que Çauron queria ser passista quando criança e desfilar pela Nazgûls de Vila Matilde, mas, como era muito feio, não o deixaram fazer isso. Então, ele ficou com um complexo social muito grande e falsificou o Um com toda a purpurina da escola de samba, para fali-la e, de quebra, fazer com que aquela Nota governasse todos os outros Reais. Mas seu plano não fora bem planejado, porque os Três Reais dos mendigos não foram afetados pelo seu poder negro, e esses fugiram, porque eram miseráveis e não queriam se juntar ao gangbang… à gangzinha, quis dizer à gangzinha… de Çauron. Assim, a Última Resistência e Esperança que resta vem dos nobres mendigos e dos homens da padaria Gordor, que um dia pertenceu a Manéldur. Esse, então, Fodo, é o Um Real, o qual Çauron, após ter sido quase morto pelo nobre português da padaria (eles não fazem nada direito…), Manéldur, almeja possuir, para que possa voltar à vida por completo. Ele não deve obtê-lo jamais! Pelo contrário: devemos destruí-lo na máquina de xerox de Çauron, onde o Real foi falsificado e só onde pode ser destruído!
Hum… tá. Mas o que eu ganho com isso? – Perguntou Fodo, inocentemente.
O reconhecimento de toda a população Erviana… – disse Lalalf, mas, como Fodo olhou muito feio para ele, acrescentou: – e muito amor, afeto, carinho e um real mendiguético que me foi dado por um antigo companheiro meu. É muito lindo, você vai AR-RA-SAR com ele, mona!
Escrito por Edu
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